Ibovespa pode cair até 163 mil pontos, alerta Itaú BBA; veja suportes e resistências do índice

O futuro do Ibovespa (IBOV) segue indefinido no curto prazo, mas a análise técnica do Itaú BBA aponta para mais quedas à frente.

Hoje (16), o índice esteve em alta de 1,84% pela manhã, em 180.921 pontos. De acordo com os analistas, a queda de 0,91% no último pregão (13), aos 177,653, estabeleceu um suporte de 177.600, podendo chegar até 163.300 caso perca este patamar.

Já em um cenário positivo, as resistências atuais estão em 181.100 e 186.000 pontos. Caso avance, o índice pode buscar os novos valores de 190.100 e 192.700.

Para o Itaú, a tendência de baixa apresentada por parte dos índices setoriais desde o fechamento da última semana configura um sinal de alerta para o Ibov. O banco aponta que a melhor estratégia para se posicionar nesse movimento é acompanhar os suportes “para proteger os ganhos recentes” e se atentar para uma possível recuperação repentina, mapeando oportunidades prestes a romper resistências.

Pesos pesados do Ibovespa

O relatório “Diário do Grafista”, também apontou análises para as principais ações do índice.

A Vale (VALE3) está em tendência de baixa, com suporte em R$ 76,55, podendo cair até R$ 70,30 com a perda desse patamar. Em caso de alta, a resistência a ser superada é de R$ 85,65 para sustentar o movimento.

Petrobras (PETR4) tem expectativas mais otimistas, com tendência de alta. A resistência atual, de R$ 46,10 representa uma máxima histórica. A partir dela, o índice pode mirar a região de R$ 51,10. Para manter a tendência, a ação precisa seguir acima de R$ 41,40.

Para o Bradesco (BBDC4) as perspectivas não são tão boas, com uma projeção de baixa no curto prazo, após perder o suporte de R$ 19,10. A queda abre espaço para chegar ao novo suporte de R$ 17,25. Em caso de recuperação, a nova resistência fica estabelecida em R$ 20,70.

Por fim, a B3 (B3SA3) tem perspectiva de alta em direção à máxima histórica de R$ 18,70, podendo chegar a R$ 21,50 caso rompa a resistência atual. Para sustentar essa tendência, os papéis precisam continuar acima do suporte de R$ 16,35.

*Com supervisão de